Contas de água e esgoto ficam mais caras em SC a partir de março; veja novos valores

A correção foi de 5,56% e será aplicada a partir de 1º de março de 2025.

Os catarinenses vão sentir um peso extra no bolso a partir de março de 2025. As tarifas de água e esgoto sofrerão reajustes em diversas cidades do estado, afetando diretamente os consumidores residenciais, comerciais e industriais.

A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) aplicará um aumento de 5,56% nas contas de água e esgoto. O reajuste, que entra em vigor no dia 1º de março, foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerando a inflação acumulada entre abril de 2023 e setembro de 2024. Para quem deseja conferir os novos valores detalhados, a tabela completa já está disponível no site da Casan.

Como ficam os preços em Joinville?
Em Joinville, os moradores também terão que desembolsar mais para pagar a conta de água. A Companhia Águas de Joinville anunciou um reajuste de 4,83%, que começa a valer na mesma data.

Na categoria residencial, a tarifa fixa de água subirá de R$ 31,96 para R$ 33,50. Já a tarifa de esgoto, para quem possui o serviço, passará de R$ 25,57 para R$ 26,80. Para quem consome até 10 metros cúbicos por mês, o preço do metro cúbico de água aumentará de R$ 1,36 para R$ 1,43.

Os consumidores podem acessar a tabela completa com os novos preços no site da Companhia Águas de Joinville.

Reajuste também em Joaçaba, Herval d’Oeste e Luzerna
Os moradores de Joaçaba, Herval d’Oeste e Luzerna já começaram 2025 pagando mais caro. O Serviço Intermunicipal de Água e Esgoto (Simae) aplicou um reajuste de 4,84% em janeiro.

Para uma residência que consome 10.000 litros de água por mês, a conta subiu de R$ 42,16 para R$ 44,21 – um acréscimo de R$ 2,05. O reajuste foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), levando em conta a inflação de setembro de 2023 a outubro de 2024.

Por que os reajustes acontecem?
Segundo as empresas responsáveis pelo abastecimento, os aumentos são necessários para corrigir perdas provocadas pela inflação e garantir a manutenção dos serviços. Além disso, os reajustes ajudam a manter o equilíbrio econômico-financeiro das companhias de saneamento.

Para os consumidores, no entanto, essa é mais uma conta que fica mais pesada, em um momento em que o custo de vida já preocupa muitas famílias.

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